09/Apr/2018
O mundo dos jogos de
vídeo deu o mote para o arranque da realidade
virtual nos anos 80 e, desde então, cada vez mais setores recorrem a esta
tecnologia. É o caso da indústria
automóvel. O futuro dos carros chegou. O 3D revolucionou a forma de criar e desenvolver os automóveis nas
últimas décadas; mas como se aplicam estas novas ferramentas no fabrico de um
automóvel?
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Desenhadores com óculos Full HD: conseguem imergir numa experiência de condução
semelhante à que terá o futuro cliente. Ainda que o desenho de um automóvel
comece sempre com lápis e papel, convive de muito perto com a tecnologia 3D. Graças a esta
tecnologia, os desenhadores não só podem avaliar aspetos puramente criativos,
como também os mais funcionais, o que permite garantir 90% da viabilidade do
projeto numa fase muito inicial.
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95.000 simulações 3D por modelo: a realidade
virtual tem um papel muito importante em toda a fase de desenvolvimento. No
caso do novo Ibiza, foram realizadas
95.000 simulações, o dobro das que foram feitas para a geração anterior. Entre
outros, foram elaborados testes virtuais
de colisão para que os futuros automóveis sejam cada vez mais seguros.
Durante aproximadamente três anos e meio de desenvolvimento de um veículo,
analisam-se, através de simulações, até 3 milhões de elementos, um valor que
não ia além dos 5.000 há 30 anos.
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Redução de 30% no tempo de produção de um
protótipo: esta tecnologia
permitiu reduzir para metade o número de
protótipos físicos que era necessário fabricar antes de um novo modelo ser
lançado. E também consegue reduzir em
30% o tempo da sua produção. Ao contrário de há algumas décadas, com estas
ferramentas é agora possível realizar melhorias e tomar decisões muito mais
rapidamente.
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Mais de 800 áreas melhoradas em cada modelo: esta redução de tempo e de recursos na produção
de um automóvel repercute-se positivamente no cliente, não apenas na qualidade e na precisão do produto, mas
também na redução do preço final. No
caso do SEAT Ateca, foram feitas cerca de 800 melhorias antes do início da
produção.
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Mergulho na fábrica virtual: as tecnologias virtuais também permitem uma
experiência de imersão na reprodução de um mundo real. A este respeito, com uns
óculos 3D e alguns comandos, os
técnicos do Centro de Desenvolvimento de Protótipos conseguem imitar os
movimentos efetuados pelos operadores da linha de montagem e assim otimizar o
tempo de trabalho, melhorar a ergonomia e ver o resultado final com o recurso a
óculos 3D.
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Os concessionários do futuro: escolher um carro através de um catálogo será,
em breve, uma coisa do passado. Graças à RV,
o cliente poderá definir os acabamentos e a cor de um veículo, vendo o
resultado final através de óculos 3D. E não apenas isto, já que também poderá
viver a experiência de condução de um
test-drive virtual, sem sequer ter de sair do concessionário.
Ler notícia: http://www.seat.pt/empresa-seat/noticias-auto/novidades-automoveis/realidade-virtual-na-industria-automovel.html

